Cenário do Crédito Consignado em 2026: Taxas, Regras e os Líderes de Mercado

O Novo Cenário do Crédito Consignado em 2026: Taxas, Regras e os Líderes de Mercado

O mercado de crédito consignado no Brasil inicia 2026 em uma fase de expansão e reajustes significativos. Com o salário mínimo estabelecido em R$ 1.621,00 para este ano, milhões de brasileiros — entre aposentados do INSS, servidores públicos e trabalhadores do setor privado — viram sua capacidade de crédito aumentar por meio da nova margem consignável.
1. Taxas de Juros e Tetos Regulatórios
Para 2026, as taxas de juros do consignado continuam sendo as mais competitivas do mercado de crédito pessoal, devido ao baixo risco de inadimplência.
  • Consignado INSS: O teto de juros para aposentados e pensionistas está fixado em 1,80% ao mês. Algumas instituições, como o Banco PAN, oferecem taxas a partir de 1,69% a.m..
  • Servidores Públicos: Este grupo tradicionalmente acessa as menores taxas. A média de mercado gira em torno de 2,1% ao mês, mas a Caixa Econômica Federal destaca-se com ofertas a partir de 1,6% ao mês.
  • Consignado Privado (CLT): Com o avanço do "Crédito do Trabalhador", as taxas para o setor privado tornaram-se mais agressivas, embora a liberação dependa de convênios entre empresas e bancos.
2. Bancos que mais fecharam contratos
A concentração bancária ainda é forte, mas novas modalidades digitais e o foco no setor privado alteraram o ranking de contratações.
  • Líderes no Setor Público e Geral: A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil mantêm a dominância, especialmente no setor público e no novo consignado privado, onde detêm cerca de 86% das novas concessões. O Banco do Brasil também lidera o ranking específico de empréstimos para trabalhadores CLT.
  • Destaque no Consignado INSS: Bancos como ItaúBradescoSantander e PAN figuram entre os maiores volumes de contratos fechados.
  • Bancos Digitais e Fintechs: Instituições como InterAgibank e meutudo ganharam espaço significativo em 2025 e 2026, oferecendo processos 100% digitais que aceleram a liberação do crédito.
3. Mudanças na Margem Consignável em 2026
A margem consignável — o valor máximo da renda que pode ser comprometido com as parcelas — segue regras específicas por categoria:
  • Aposentados e Pensionistas (INSS): Margem total de 45%, sendo 35% destinados exclusivamente a empréstimos e 10% divididos entre cartões de crédito e benefício.
  • Servidores Públicos Municipais: Em algumas localidades, a margem foi ampliada para até 55%.
  • Aumento de 2026: Para quem recebe o salário mínimo, a margem para empréstimos subiu para R$ 567,35 mensais.
4. Segurança e Legislação
Uma mudança importante em 2026 foi a sanção da Lei nº 15.327/2026, que proíbe descontos associativos indevidos em benefícios do INSS e reforça a segurança na contratação de empréstimos, protegendo o consumidor contra fraudes e assédio comercial.

Ilustração dos Dados (Infográfico 2026)
Abaixo, uma representação visual das principais taxas e da divisão da margem consignável atualizada.

(Nota: A imagem ilustra o ambiente financeiro moderno de 2026; para detalhes exatos, consulte a tabela abaixo).
CategoriaTeto de Juros (a.m.)Margem para EmpréstimoBanco de Destaque
INSS1,80%35%Banco PAN / Itaú
Servidor Público~2,10%35% a 45%Caixa Econômica
Privado (CLT)Variável35%Banco do Brasil
Dica ao Consumidor: Antes de fechar um contrato, utilize o Simulador de Consignado do Banco Central para comparar o Custo Efetivo Total (CET) entre as instituições.

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